Se você gostou de Frieren: Jornada para o além, você vai gostar desses animes.
Frieren: Jornada para o Além conquistou o público não apenas pela sua fantasia, mas pela forma sensível como trata o tempo, a perda e o significado das pequenas conexões e momentos. É um anime que convida à contemplação e reflexão sobre a vida.
Se você gostou de Frieren e está procurando animes com a mesma pegada: melancólica, reflexiva e ritmo lento. Separamos 5 animes semelhantes a Frieren para fazer você refletir sobre a vida.
1. Violet Evergarden

Ambientado em um continente fictício, semelhante a Paris, após uma guerra devastadora, Violet uma ex-soldado criada e treinada exclusivamente para o combate. Sem entender próprias emoções e carregando os traumas do passado, inicia um novo capítulo de sua vida ao se tornar uma "Boneca de Memória Automática" — mulheres que escrevem cartas em nome de outras pessoas, transformando sentimentos complexos em palavras.
Ao longo da série, cada carta que Violet escreve a aproxima um pouco mais da compreensão do que significa os sentimentos humanos em especial a frase "Eu te amo" mesmo ainda não conseguindo compreender tudo, Violet está determinada a ser tornar uma pessoa sensível que consiga enxergar cada vez mais a beleza através dos sentimentos. A obra é constatemente elogiada pelo seu visual delicado, animado pelo studio Kyoto Animation.
2. Your Lie in April (Shigatsu wa Kimi no Uso)

Your Lie in April conta a história de Kousei Arima, um pianista prodígio que perdeu a capacidade de ouvir o som do próprio instrumento após a morte de sua mãe. Vivendo dias cinzentos, Kousei se afasta do mundo da música até conhecer Kaori Miyazono, uma violinista extrovertida e imprevisível, sua forma de tocar violino desafia todas as regras que Kousei aprendeu a seguir.
A partir desse encontro, o anime constrói uma narrativa sobre reaprender a sentir, não apenas a música, mas a própria vida. É uma obra que equilibra momentos de leveza e comédia com passagens emocionalmente profundas.
3. 3-gatsu no Lion (March Comes in Like a Lion)

Rei Kiriyama um jogador profissional de shogi, com 17 anos, perdeu toda a sua família em um acidente. Adotado por outra família ligada ao shogi, ele cresce carregando um profundo sentimento de solidão e a sensação de nunca pertencer verdadeiramente a lugar nenhum. Ao se mudar sozinho para um pequeno apartamento em Tóquio, sua rotina ganha vida quando ele conhece as irmãs Akari, Hinata e Momo, que o acolhem como parte de sua família mesmo sendo apenas vizinhos.
O anime é reconhecido por sua abordagem sobre temas como: depressão e ansiedade, as partidas de shogi funcionam são como um fundo, sendo o focoo principal as pequenas interações do dia a dia e no processo lento e realista de cura emocional de Rei.
4. Code:Realize Guardian of Rebirth

Baseado originalmente em um jogo de 2014, em Londres na era vitoriana, Cardia Beckford, carrega em seu corpo um veneno mortal capaz de destruir tudo que ela toca.
Vivendo isolada da sociedade com medo de ferir os outros, porém quando um ladrão famoso, conhecido como, Arsene Lupin, invade sua mansão e a convida para morar consigo e seus companheiros, Cardia começa a ter um pequeno vislumbre de como é se aproximar e manter relações com outras pessoas, enquanto tenta entender o que realmente significa ser "monstro" aos olhos dos outros e aos seus próprios olhos.
5. Natsume Yuujinchou

Takashi Natsume, um jovem capaz de enxergar youkais desde a infância, herda da sua falecida avó, um misterioso livro "Livro de Amigos", contendo os nomes de diversos youkai que ela havia subjugado no passado, Natsume decide devolver esses nomes a seus antigos donos, libertando-os de qualquer vínculo com o livro.
Com episódios semi-independentes, o anime constrói, relações breves de Natsume com os Yokais, porém profundamente significativos, por trás de cada história há reflexões sobre solidão, memória, pertencimento e sobre como laços mais passageiros podem deixar marcas duradouras.
Animes complexos e profundos
O que une essas cinco obras e as deixa mais aproximas de Frieren, não é apenas o gênero ou história, mas sobre como tratamos: a passagem do tempo, perdas, a dificuldade de se conectar verdadeiramente com o outro e a beleza que existe justamente na impermanência das coisas.




